quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Um prêmio justo e que merece ser copiado
a)Melhor média aritmética simples da classificação final das disciplinas que constituem as áreas curriculares disciplinares.
b) Maior número de disciplinas que constituem as áreas curriculares disciplinares com classificação quantitativa máxima.
c) Melhor comportamento, medido pelo menor número de faltas de natureza disciplinar.
d) Maior assiduidade, medida pelo menor número de faltas de presença.
Esperamos que ela possa usar a nova tecnologia de forma que enriqueça os seus conhecimentos e aumente a sua produtividade escolar.
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
domingo, 13 de dezembro de 2009
Exige do leitor um vasto conhecimento do vocabulário
Esse pequeno texto descrito abaixo é uma crítica ferrenha feita pelo colunista do diário de Natal Rodrigo Hammer, o mesmo critica de forma atroz o filme mexicano Luz Silenciosa. Achei interessante, pois assim como coloquei no título dessa matéria, eu confesso que não consegui interpretar a reflexão de Hammer sem fazer consultas ao “pai dos burros”, o dicionário, foram mais de duas consultas para conseguir entender o que o mesmo escreveu.
E você irá conseguir interpretar sem usar o glossário? Teste o seu conhecimento.
Arregimentar figurantes recrutados para desempenhar papéis que deveriam está nas mãos de atores profissionais, nem sempre surte o efeito desejado. O recurso utilizado nessa bomba mexicana retocada para convencer cinéfilos sem estofo, esbarra na direção modorrenta do ridículo Carlos Reygadas quando a idéia é narrar a desintegração conjugal de um casal menonita. Um festival de bocejos!
E você irá conseguir interpretar sem usar o glossário? Teste o seu conhecimento.
Luz Silenciosa
México – 2007
México – 2007
Arregimentar figurantes recrutados para desempenhar papéis que deveriam está nas mãos de atores profissionais, nem sempre surte o efeito desejado. O recurso utilizado nessa bomba mexicana retocada para convencer cinéfilos sem estofo, esbarra na direção modorrenta do ridículo Carlos Reygadas quando a idéia é narrar a desintegração conjugal de um casal menonita. Um festival de bocejos!
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